“Segunda-feira é assim: o relógio toca, toca, toca, e ninguém se toca que é hora de tocar a vida para frente.”
(Não sei porque, mas hj, indo para o colégio, eu fiz um poema, que do nada tava pronto! Esse trecho é a parte inicial dele, o restante eu não sei, pq não o escrevi.).
“ Drummond
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
(com o pensamento em Ana Cristina Cesar)”
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