Faz tempo que não posto aqui, vim mesmo para fazer uma faxina, pq tem mt poeira, de tanto tempo que não posto.
Na verdade, estou postando sobre uma pequena pressão dos meus (poucos, porém mt importantes) leitores.
Enfim, mais uma semana se foi e nada acontece. Continuo na mesma, nada de mais, nada de menos. O Rio continua em calamidade, a o Nojentinha Garotinha ainda ignorando os funcionários etc e tal.
Quanto a mim, fico cada dia melhor e menos instável (Graças!!).
Mas ando meio preocupada/”banzera”, simplesmente pelo fato de saber que alguém está mal. Nome? Ah, sim, claro, esse alguém tem nome, sim. Esse “alguém” se chama Fernanda Oliveira, minha ex-professora de geografia. Tá, e vcs devem estar falando “O que diabos aconteceu para a Fabiana ficar sabendo sobre essa ex-professora e falar dela, já que ela poucas vezes citou seu nome?”. Ok, eu explico.
Primeiro, só queria dizer que num tô nem aí pro que possam vir a dizer ao meu respeito sobre isso, e dane-se quem pensa algo além da minha mais pura sensibilidade e sinceridade. Como já disse a Antonia, uma ex-professora minha, “(...)Somos especiais porque amamos uns aos outros sem querer
nada, amamos por amor mesmo.(...)Somos especiais porque respeitamos o próximo e queremos o melhor para todos.” (parece que não, mas ela tv falando de mim e dela. Disse TUDO!!!). Não, não quero dizer que eu me sinta especial, mesmo porque meu ego não permite, mas o que ela falou do respeito e do amor é exatamente como me posiciono diante a vida.
Segundo, não sei exatamente porque a Fernanda está mal. Ao meu ver, foi decepção por confiar demais em uma pessoa. Escreveu ela:
“quebrou uma confiança difícil de ser conquistada... O duro é que a verdade é tão forte, o silêncio tão violento que não parte só a confiança em pedacinhos, mas a mim, por inteira. Engraçado como funciona o nosso instinto feminino, ou sexto sentido ou ainda... O nosso sentido aranha. Edições desnecessárias... :(“
“É um misto de raiva, tristeza, angústia, mágua, vontade de gritar, fraqueza, força, silêncio, saudade, paixão e perdão. Alguém entende” (eu entendo, e como!...)
“Sim, estou triste. Me sentindo um nada, afundada num vazio, perdida no escuro” (alguém além de mim também sente isso. Ainda bem que com ela é só de vez em quando!).
Engraçado, poucas vezes falei com ela, mas já me sinto tão próxima. Próxima no sentido de igualdade de estado. A escuridão é o medo de estar andando para o nada, a troco de nada. Uma coisa terrível que não desejo nem para o Bush!
Mandei algumas mensagens para a Fernanda, mas no fundo tlvz ela nem perceba o quão preocupada estou com ela e o quanto quero dar-lhe uma atenção e ajudar-lhe. Tudo bem, entendo, nunca fui mt simpática com ela (nem com ninguém, talvez ela não saiba isso...), mesmo. Lembro que algumas vezes eu via ela querendo me ajudar, e eu sempre tão (...) que sou. Talvez o tempo de confiança dela em mim já tenha passado há muito tempo, e o tempo de aturar meu jeito arrogante e anti-social de ser também.
.Isso sempre acontece comigo. pudera que as pessoas soubessem (quisessem saber) a razão e tudo isso. Pena que a maioria das pessoas sejam tão superficiais e não querem saber nada além do imediato. Por exemplo: a maioria das pessoas me acham metidas e me criticam muito, geralmente param de falar comigo. Se elas quisessem olhar um pouco mais do que a minha posição diante certas coisas da vida, elas me entenderia. Veriam que, no fundo, meu ego é precário.
Escrevi isso compulsivamente e irônico isso, pois agora estou até bem e com certeza ficarei muito melhor, pois jájá estou indo pro Villa. EU AMO O VILLA, FICO PERDIDAMENTE BEM NO VILLA. A MÚSICA UNE AS PESSOAS, MESMO COM TAMANHA DIFERENÇA DELAS.
Já dei uma pequeníssima estudada em violão, mas com certeza estudarei mais quando chegar. Minha vida é a música e música é minha vida.
No próximo post (sim, já pensei no próximo:) falarei do meu gosto musical. Aguardem...
“Quando estou só reconheço
Quando estou só reconheço
Se por momentos me esqueço
Que existo entre outros que são
Como eu sós, salvo que estão
Alheados desde o começo.
E se sinto quanto estou verdadeiramente só,
Sinto-me livre mas triste.
Vou livre para onde vou,
Mas onde vou nada existe.
Creio contudo que a vida
Devidamente entendida é toda assim, toda assim.
Por isso passo por mim como por cousa esquecida. “ (Viva Pessoa!)
Ps: Queria colocar uma bossinha, mas não tenho a letra dela no computador. Arranjarei.
Até qualquer esquina!